A reflexão acerca do ensino de filosofia, além de pensar no “quê” (quid - conteúdo próprio) desse ensino, deve debruçar-se também sobre o “como” (quod) desse ensino. Nesse sentido, ao analisarmos o processo didático-metodológico que conduz a ensinar filosofia, seja em qual proposta for, é possível sempre estabelecer algumas instâncias ou momentos característicos de cada proposta.
Considerando-se a proposta de Cerletti (2009), NÃO seria momento constitutivo do processo de ensino de filosofia o seguinte: