Iamamoto (1998), ao refletir sobre o Serviço Social na
contemporaneidade, aconselha o profissional a evitar a armadilha
de reforçar unilateralmente a subjetividade dos sujeitos à sua
vontade política, sem confrontá-la com as possibilidades e os
limites impostos pela realidade social.
A autora denomina essa atitude de
A autora denomina essa atitude de