Um homem de 82 anos de idade, sabidamente portador de diabetes, doença arterial coronariana e doença renal crônica é admitido na unidade de terapia intensiva com hipotensão após um quadro de sangramento gastrointestinal inferior atribuído à colite isquêmica. Ele recebe hemotransfusão e expansão volêmica com fluidos intravenosos e sua pressão arterial melhora para 108/70mmHg. No entanto, nas 24 horas seguintes, ele se torna anúrico e seu eletrocardiograma evidencia ondas T apiculada e QRS de 140ms. Exames laboratoriais: Cr: 3,2mg/Dl, Ur: 150mg/Dl, K: 7,5mEq/L. A hemofiltração venovenosa contínua (CVVH) é iniciada com uma taxa de efluente de 2500ml/H. A taxa de fluxo de sangue é 150ml/min e a concentração de potássio no fluido de reposição é 2mEq/L. Após 12h, seu potássio sérico permanece elevado em 7,2mEq/L.
Qual é o próximo passo mais apropriado para corrigir a hipercalemia grave persistente?