Durante a avaliação fisioterapêutica de um paciente
de 45 (quarenta e cinco) anos, com sequela de
traumatismo cranioencefálico há seis meses, observase no cotovelo esquerdo uma resistência ao
movimento passivo de flexão e extensão, percebida
como uma "pega" inicial seguida por uma oposição
contínua e firme em todo o arco de movimento. O
examinador nota que, embora a resistência seja
constante em movimentos lentos, há um ligeiro
aumento na sua intensidade no final do arco durante
a mobilização rápida, porém sem o colapso súbito
característico do fenômeno de "canivete". O paciente
é capaz de realizar movimentos ativos contra a
gravidade, e a avaliação dos reflexos profundos
revela hiper-reflexia bicipital e estilorradial (+++/++++). O quadro compatível com o caso
apresentado é: