Leia o caso a seguir.
Uma menina destra, de 13 anos, previamente hígida, buscou auxílio médico por causa de cefaleia, vômito e uma estranha sensação de instabilidade. A família notou que ela tinha dificuldade em usar a mão direita, descrevendo seus movimentos como “deselegantes” e “desajeitados”, com um esforço real para pegar objetos e incapacidade de executar ações precisas. A família também relatou mudanças em sua fala, que se tornou arrastada e algumas vezes incompreensível. Na posição ereta, ela se mantinha oscilando para frente e para trás ou de um lado a outro, e tinha uma marcha de base larga. Ela cometeu muitos erros nos testes dedo-nariz e calcanharcanela, e tinha dificuldade em realizar movimentos rápidos alternados. Os déficits foram vistos bilateralmente, sendo o lado direito afetado mais gravemente do que o esquerdo.
Nesse caso, quais os sinais de disfunção cerebelar presentes?
Uma menina destra, de 13 anos, previamente hígida, buscou auxílio médico por causa de cefaleia, vômito e uma estranha sensação de instabilidade. A família notou que ela tinha dificuldade em usar a mão direita, descrevendo seus movimentos como “deselegantes” e “desajeitados”, com um esforço real para pegar objetos e incapacidade de executar ações precisas. A família também relatou mudanças em sua fala, que se tornou arrastada e algumas vezes incompreensível. Na posição ereta, ela se mantinha oscilando para frente e para trás ou de um lado a outro, e tinha uma marcha de base larga. Ela cometeu muitos erros nos testes dedo-nariz e calcanharcanela, e tinha dificuldade em realizar movimentos rápidos alternados. Os déficits foram vistos bilateralmente, sendo o lado direito afetado mais gravemente do que o esquerdo.
Nesse caso, quais os sinais de disfunção cerebelar presentes?