A associação do ultrassom Modo B ao Efeito Doppler acrescenta ao exame, além da avaliação morfológica dos tecidos moles,
a detecção, quantificação e avaliação dos movimentos teciduais e fluxo sanguíneo.
o auxílio no diagnóstico de lesões ósseas.
o risco de efeitos potencialmente danosos ao paciente, devido à radiação que emite.
uma correlação linear com o diagnóstico de sepse e choque séptico.
a avaliação de distúrbios hidreletrolíticos e acidobásicos.
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