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1722181 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.

Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.

Na existência de TCE grave, é indispensável a monitorização da pressão intracraniana (PIC), visto que ela está diretamente relacionada à pressão de perfusão cerebral (PPC). A PIC é rigorosamente monitorada; quando elevada, ela é controlada ao se manter a oxigenação adequada, elevar a cabeceira do leito e manter o volume sanguíneo normal.

 

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