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1115151 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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A persistência do sabor de terra na água fornecida em Porto Alegre coloca em questão a existência de tecnologias de remoção mais eficazes do que a adotada pelo Dmae — baseada no uso do carvão ativado, combinado com dois oxidantes. A alternativa mais citada é o ozônio.
Através dessa tecnologia, que começou a ser usada para tratar água mais de um século, na Europa, o gás é aplicado na água para desinfetá-la. Ele também elimina substâncias que dão sabor e cheiro. É, no entanto, uma tecnologia cara, que envolve instalar um gerador de ozônio dentro da estação de tratamento. O professor Sidney Seckler Ferreira Filho, do Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da USP, observa que o custo-benefício do carvão ativado é melhor.
Ferreira Filho ressalta que uma vantagem do carvão é que ele poderia ser aplicado apenas nos momentos em que o aparecimento de sabor na água. No caso do ozônio, investe-se em uma estrutura que fica permanentemente na estação.
A defesa do ozônio é feita por Fábio Rahmeier, da OZ Engenharia, empresa gaúcha que utiliza o gás em mercados como o de tratamento de efluentes. Segundo ele, mesmo que signifique um investimento alto, o ozônio compensa e teria vantagem de ser uma tecnologia limpa.
Adaptado de: Ozônio é alternativa contra o gosto de terra
da água de Porto Alegre. Disponível em: <http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/06 /ozonio-e-alternativa-contra-o-gosto-de-terra-da-agua-deporto- alegre-3778033.html>.
O segmento no entanto poderia ser substituído, sem alteração do sentido contextual, por
 

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