Do ponto de vista histórico, observamos que os museus partem de uma caracterização enciclopédica, onde deveriam dar mostras de todo o conhecimento humano, à especialização de suas coleções. Ou como nos aponta Dominique Poulot, do enciclopedismo à “inventividade tipológica” (POULOT, 2013, p. 36).
No Brasil, esse processo de especialização tipológica, que rompe com o enciclopedismo, inicia com a criação do