Considerando-se o debate acerca das implicações éticopolíticas do fazer científico, assinalar a alternativa CORRETA.
A ética da razão instrumental, que estrutura os valores cientificistas, erigiu a ciência como referência para a afirmação da diferença e da multiplicidade.
A ciência moderna rompe com a ideia de um mundo que é passível de ser controlado através da descoberta de suas leis e regularidades.
O saber popular costuma ser visto com desconfiança pela ciência hegemônica, que aponta esse tipo de conhecimento como desprovido de racionalidade.
A tradição científica positivista tornou possível uma ruptura epistemológica ao ter incorporado o senso comum como verdade academicamente legitimada.
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