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Considere um paciente de 75 anos de idade, viúvo, internado há 10 dias com quadro de dispneia, tosse e crise hipertensiva, sendo diagnosticado com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão arterial (HAS) e edema agudo pulmonar (EAP), encontrado em DD no leito em uso de cateter nasal – O2 (3 L/min), acompanhado pela filha. Apresentava-se ansioso, colaborativo, dispneico, taquipneico (FR = 40 ipm), PA = 130 mmHg x 85 mmHg, FC = 100 bpm, Sat.O2 = 80% e afebril (36,5º). Ao exame, o paciente apresentava Glasgow 15, pupilas fotorreativas e isocóricas, padrão respiratório apical superficial, diminuição da expansibilidade pulmonar, tosse débil e úmida com expectoração rósea, pulso radial fraco e irregular, abdome globoso, uso de sonda vesical, extremidades de membros inferiores edemaciados e cianóticos e pele alterada. ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas em três tempos; à ausculta pulmonar: MV diminuído em ápice e, principalmente, na base pulmonar de AHT, crepitação inspiratória precoce em base e ápice pulmonar de AHT e roncos difusos por todo o tórax. Medicado com digoxina, inibidores da ECA, diurético e anticoagulantes. Exames complementares: raios X de tórax – cardiomegalia e imagem sugestiva de edema agudo pulmonar; ECG – extrassístoles ventriculares, distúrbio da condução intraventricular do estímulo e ondas T.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Deve ser instituída como conduta a inspiração fracionada em dois tempos ou mais juntamente com elevação ativa dos MMSS e expiração prolongada em freno labial.
 

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