A desinstitucionalização dos pacientes psiquiátricos, segundo Franco Rotelli, envolveria
um processo prático-crítico que reorienta instituições e serviços em relação a um objeto diferente.
formas e modos de gestão norteados por um estatuto de racionalidade de ação terapêutica.
um olhar clínico apurado, que possibilitaria o tratamento dos pacientes egressos como atores sociais.
uma instituição “inventada”, cujo objeto fosse considerado sob uma perspectiva psicodinâmica.
uma análise das determinações sociais, envolvendo os controles burocráticos e partidários.
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