Em psicopedagogia o objeto de estudo possui a particularidade de adotar distintos estados, normais ou patológicos, para cujo conhecimento é necessário contar com um instrumento conceitual capaz de representar os distintos estados do objeto sem que o mesmo perca a sua unicidade. Está-se referindo a uma matriz que é organizada, como a maioria dos esquemas diagnósticos, em três partes, a saber: