Mulher, 32 anos, vítima de trauma por acidente automobilístico, é trazida pela unidade móvel com dor torácica e dispneia. Apresenta-se com PA = 130 X 85 mmHg, FC = 105 bpm, FR = 26 mpm, SO2 de 95% com máscara não reinalante, respiração paradoxal torácica à direita, dor e crepitação à palpação de 4a e 5a costelas à direita, com percussão maciça à direita e ausculta respiratória com murmúrio reduzido à direita. A ultrassonografia de tórax à direita mostra presença de deslizamento pleural e parênquima pulmonar hiperecogênico, sem imagem hipoecoica entre a parede torácica e o parênquima pulmonar. A conduta imediata deve ser a realização de