Ao avaliar um menino, 4 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral diplégica, o Terapeuta Ocupacional foi informado pela mãe que ele apresenta dificuldades na realização das Atividades da Vida Diária (AVD) e na escola, também, pois sua professora relatou que ele se curva muito sobre o papel.
Avaliação do ambiente domiciliar, avaliação escolar através do GMFCS, investigação da acuidade visual, atendimento baseado na Terapia de Integração Sensorial.