A produção teórica sobre formação docente tem reconhecido, especialmente após os anos 2000, o valor epistêmico dos saberes da experiência, conforme defendem Maurice Tardif, António Nóvoa e Philippe Perrenoud. No entanto, a incorporação desses saberes na formação inicial ainda enfrenta resistência de modelos curriculares prescritivos e academicistas. Com base nisso, qual das alternativas expressa uma leitura sofisticada da articulação entre experiência e profissionalização docente?