“A perspectiva territorializada dos serviços e benefícios da assistência social representa uma mudança importante a ser, adequadamente, apropriada, (...) e advoga-se, aqui, que, com o princípio da territorialização, há múltiplos ganhos para a gestão e, especialmente, para a população potencialmente beneficiária da Política de Assistência Social”.
Neste trecho, Nascimento e Melazzo (2013, p. 71) introduzem a ideia de que o território na PNAS deve ser pensado, dentre outras dimensões, como articulado à lógica da localização e da proximidade. Para as autoras, essa dimensão do território se concretiza