“A região Amazônica já perdeu cerca de 20% de sua cobertura florestal original, por pastagens e outros cultivos agrícolas. O combate ao desmatamento passa pela necessidade de construção de uma solução de longo prazo, com implantação de práticas sustentáveis que garantam aumento da produtividade agropecuária, reduzindo, assim, a pressão pela abertura de novas terras agrícolas em áreas de floresta nativa” (https://idesam.org/pecuaria-sustentavel-pode-gerar-renda-ereduzir- desmatamento-sul-amazonas/, Bastida, A.C. & Carrero, G, 08 de maio de 2018). Para interromper o ciclo de desmatamento da Amazônia para abertura de novas áreas de pastagens e, ainda assim, manter a produção crescente de carne bovina no país, é necessário que:
I. Os produtores brasileiros intensifiquem o uso racional das pastagens, para evitar perdas de massa forrageira, em períodos de maior incidência de chuvas no país, quando métodos de conservação de forragem excedente puderem ser adotados;
II. Os produtores aumentem a taxa de lotação das pastagens, em período chuvoso, para ampliar os ganhos nesta época do ano, já que no período seco do ano, naturalmente, os animais perdem peso e, portanto, deve-se reduzir a pressão sobre o pasto;
III. Os produtores utilizem o sistema de rotação das pastagens, no período chuvoso, com possibilidade de utilização de diferimento, para garantir volume de forragem suficiente aos animais no período seco;
IV. Os produtores vendam o rebanho no período seco e comprem animais no período chuvoso, quando o aumento na quantidade de ingredientes do pasto ampliará o ganho de peso dos animais em engorda.