Uma jovem de 17 anos, sem antecedentes mórbidos, é levada ao pronto-socorro após apresentar três crises convulsivas generalizadas com um intervalo lúcido de 10 a 12 minutos entre as crises. A paciente chegou em estado pós-ictal da terceira crise, sonolenta, mas responsiva a comandos verbais simples, como abrir os olhos e a boca. Não apresentava febre nem déficit neurológico focal. Nesse contexto, a medicação para prevenir novas crises nessa paciente é