Para o desenvolvimento de materiais didáticos e
currículos de Libras que respeitem a diversidade
linguística da comunidade surda, é necessário
superar descrições baseadas apenas na intuição
do falante. Segundo Quadros, Silva e Royer
(2020), os estudos anteriores da Libras, iniciados
na década de 90, apresentavam limitações
metodológicas para a aplicação pedagógica
ampla, pois baseavam-se predominantemente
em: