Leia o fragmento do poema de Carlos Drummond de Andrade (1942).
A mão suja
Carlos Drummond de Andrade
Minha mão está suja.
Preciso cortá-la.
Não adianta lavar.
A água está podre.
Nem ensaboar.
O sabão é ruim.
A mão está suja,
suja há muitos anos.
[...]
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Nesse poema, é possível identificar sintomas presentes nas síndromes