Múltiplos fatores possibilitaram um expressivo aumento sobre o conhecimento das potenciais diferenças clínicas de produtos quimicamente equivalentes. Dentre eles, inclui-se
o desenvolvimento de técnicas para medir microgramas ou nanogramas de drogas em fluidos biológicos.
a diminuição no número de produtos quimicamente equivalentes no mercado, devido à expiração das patentes sobre as drogas das décadas de 1950 e 1960.
a natureza exclusivamente qualitativa dos testes de biodisponibilidade.
o desconhecimento das não equivalências clínicas descritas na literatura.
o barateamento nos custos da avaliação clínica clássica.
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