Jovem d o sexo feminino, 25 anos, internada com queixa de dispneia aos esforços, fadiga e palpitação. Durante a anamnese , ela relata gripe há 2 semanas com febre (37,9º C), mialgia, artralgia e tosse. Ao exame físico: PA 90x50mmHg, FC: 120bpm, ausculta cardíaca com várias extrassístoles, ritm o de galope. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes até ápices pulmonares. O ECG revela ritmo sinusal, BAV de 1ºgrau, inversão de onda T em todas as precordiais e várias extrassístoles ventriculares. Foi realizado ecocardiograma transtorácico à be ira do leito onde demonstrou cavidade ventricular esquerda de tamanho normal e fração de ejeção (Simpson) de 35%, hipocinesia global sem acometimento de válvulas cardíacas. É iniciado tratamento medicamentoso para insuficiência cardíaca com losartana, carvedilol, furosemida. Após 3 dias, ocorre piora significativa dos sintomas congestivos, sendo encaminhada para a unidade coronariana. Na admissão da unidade, observa m se episódios de taquicardia ventricular não sustentada ao monitor. Inicia-se infusão endovenosa de amiodarona sem reversão dos episódios de arritmia. É realizado novo ecocardiograma no qual a fração de ejeção é de 17%.
Qual a melhor estratégia terapêutica neste momento?