Texto I
Em geral, quando se comenta a literatura de José de Alencar esta é marcada por seu traço indianista (...) Discute-se apenas um certo artificialismo que há nas descrições que Alencar fez dos índios, e também a excessiva idealização de personagens como Peri, Iracema e Ubirajara. No entanto, o próprio escritor havia declarado em suas páginas sobre os povos indígenas que seu ideal era despir os índios daqueles traços grotescos que lhe haviam colocado os europeus em seus diários de viagens. Portanto, seu índio era um personagem de romance, belo, idealizado, forjado para ser símbolo de uma nacionalidade que estava em construção. Assim, sua beleza, força, heroísmo faz com que os índios sejam como os cavaleiros medievais, os quais não existiram no Brasil, por falta de uma Idade Média. De forma, que dentro do ideal de a América ser a renovadora do Velho Mundo, o índio figura nas obras de Alencar como o cavaleiro nobre das florestas.
(CÂNDIDO, Weslei Roberto. Revista Iluminart, Número 5, Agosto de 2010, disponível em http://www.cefetsp.br/edu/sertaozinho/revista/volumes_anteriores/volume1numero6/volumes_
anteriores/volume1numero5/iluminart.htm Acesso em: 28 fev. 2014.
Texto II
Em nossos dias, o neo-indianismo dos modernos de 1922 (precedido por meio século de etnografia sistemátic
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Professor PEBTT - Português e Inglês/Área 06
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