Homem, 62 anos, com hipertensão arterial
sistêmica e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, extabagista (40 maços/ano), sofreu infarto agudo do
miocárdio (IAM) com supra de ST em parede anterior
há 3 semanas, tratado com angioplastia (implante de
dois stents farmacológicos). O paciente foi
encaminhado para Fisioterapia Cardiovascular para
realização da fase II de Reabilitação Cardiovascular.
Na avaliação relatou episódios ocasionais de palpitação, sem síncope. No Holter: foram evidenciadas extrassístoles ventriculares frequentes e episódios curtos de taquicardia ventricular não sustentada. No ecocardiograma atual, apresentou: Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 38% / Disfunção diastólica moderada / Áreas acinéticas em parede anterior e apical. O teste ergométrico foi interrompido por fadiga de membros inferiores e evidenciou capacidade funcional de 5 METS, sem sinais de isquemia residual e recuperação inadequada da frequência cardíaca (FC).
De acordo com a Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular (2020), em relação a adequada estratificação de risco cardiovascular para este paciente, assinale a alternativa CORRETA:
Na avaliação relatou episódios ocasionais de palpitação, sem síncope. No Holter: foram evidenciadas extrassístoles ventriculares frequentes e episódios curtos de taquicardia ventricular não sustentada. No ecocardiograma atual, apresentou: Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 38% / Disfunção diastólica moderada / Áreas acinéticas em parede anterior e apical. O teste ergométrico foi interrompido por fadiga de membros inferiores e evidenciou capacidade funcional de 5 METS, sem sinais de isquemia residual e recuperação inadequada da frequência cardíaca (FC).
De acordo com a Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular (2020), em relação a adequada estratificação de risco cardiovascular para este paciente, assinale a alternativa CORRETA: