Com base no Standards of Medical Care in Diabetes, 2020, da American Diabetes Association, é incorreto afirmar que:
Para evitar diagnóstico incorreto de diabetes, o teste A1C deve ser realizado utilizando-se um método certificado pelo NGSP e padronizado ou rastreável para o ensaio do Diabetes Control and Complications Trial (DCCT).
A presença de hemoglobinas variantes, como observada nas hemoglobinopatias, hemodiálise, gravidez, tratamento do HIV e período pós-parto, não causa discordâncias entre os resultados de A1C e níveis de glicose plasmática.
Em pacientes com sintomas clássicos, a medida de glicose plasmática é suficiente para diagnosticar o diabetes, como sintomas de hiperglicemia ou crise hiperglicêmica mais glicose plasmática aleatória com valores iguais ou superiores a 200 mg/dL.
A A1C apresenta várias vantagens, comparada à glicemia plasmática em jejum e teste oral de tolerância à glicose (TOTG), como não requerer jejum, ter maior estabilidade pré-analítica e menor variação decorrente ao estresse, dieta ou doenças.
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