“Em meio a uma crise política de grandes proporções, na qual a oposição exigia sua renúncia, Getúlio Vargas suicidou-se, na manhã de 24 de agosto de 1954. O seu velório, na sala do Gabinete Militar da presidência, foi marcado por um clima de comoção popular. Para o escritor Oswald de Andrade, o ‘Holocausto de Vargas o colocou acima da intriga e das discussões. Ele soube ser lógico, quis levar até o fim a arrancada que começara em 1930’.”
(MARQUES, Adhemar, 2006. p. 687.)
Dentre os fatores agravantes, considerados por muitos como diretamente relacionados a essa atitude intempestiva de Vargas, podemos apontar: