A apraxia de fala tem sido descrita na literatura como
um padrão patológico de linguagem, independente da etiologia, com as seguintes características: dificuldade para interpretar a linguagem considerando o contexto; para manter o tema da conversação e para evocar palavras e habilidades conversacionais inadequadas.
uma alteração persistente no desenvolvimento da linguagem que não pode ser atribuída a limitações da inteligência, perda auditiva, problemas neurológicos focais ou falta de oportunidades sociais e educacionais.
um atraso de pelo menos 12 meses em relação à linguagem expressiva e de 6 meses em relação à receptiva; diferença de 12 meses entre idade mental e linguística; coeficiente intelectual maior que 85, sendo que tais características devem ocorrer na ausência de lesão neurológica, deficiências motoras e sensoriais ou características comportamentais que incluiriam essas crianças no espectro do transtorno autista.
distúrbio diagnosticado com base nas dificuldades no uso social da comunicação verbal e não verbal em contextos naturais, que afeta o desenvolvimento das relações sociais e compreensão discursiva e não pode ser explicado por dificuldades no domínio da estrutura linguística ou na cognição geral.
alteração na programação motora da fala, com prejuízo na precisão e na consistência dos movimentos para produzir sons, palavras, na ausência de transtorno neuromuscular; alteração no planejamento e/ou programação de parâmetros espaço-temporais das sequências dos movimentos, resultando, inclusive, em alterações prosódicas.
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