O Código de Ética Profissional de 1993 preservou as conquistas do Código de 1986 e incorporou, a partir de amplo debate junto à categoria profissional de assistentes sociais, a concepção de constituir-se instrumento de defesa da qualidade dos serviços prestados à população, fortalecendo a identidade profissional articulada a um projeto de sociedade mais justa e democrática.
Nessa nova configuração, o assistente social