Trata-se de uma prática INADEQUADA de conservação preventiva em objetos museológicos:
Identificar as causas de deterioração.
Prevenir o avanço da deterioração.
Usar métodos que sejam reversíveis.
Intervir e alterar o máximo possível o objeto para que fique com aparência de novo.
Registrar todas as etapas de conservação aplicadas a um objeto.
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