As comunidades escolares, por meio da autonomia, conquistaram uma maior agilidade em resolver os seus problemas cotidianos. Esse processo, segundo Oliveira ( 2002), vem estimulando as escolas públicas estatais a buscarem formas alternativas de financiamento, fora do Estado, junto à iniciativa privada e a diferentes formas de contribuição da população.
Essa maior flexibilidade com que as comunidades escolares passaram a contar é fruto da descentralização