Um homem de 38 anos de idade portador de Síndrome de Guillain-Barré foi internado com tetraparesia, taquipnêico com FR de 25 ipm. Sua condição respiratória piorou rapidamente nas últimas horas. A fim de realizar uma avaliação rápida, a fisioterapeuta solicitou que contasse até 50. Ele contou até 10 e queixou-se de “falta de ar”.
Após 15 dias, houve melhora clínica e o paciente foi reavaliado pela fisioterapeuta. Apresentava força muscular grau 1 nos membros inferiores, grau 2 nos superiores e, queixava-se de fadiga.
Durante o período de recuperação neuronal em que se encontra o paciente, o exercício ativo deve ser: