Analise o quadro a seguir.
Paciente com 31 anos de idade, sexo masculino, apresenta fístula anal transesficteriana posterior com secreção purulenta saindo do orifício secundário anterior. Procura o pronto-atendimento para avaliação porque o encaminhamento para a coloproctologia ainda não foi agendado. O paciente refere dor crônica que piora quando há abaulamento da região anal, mas que hoje não apresenta esse abaulamento. Ao exame físico, o médico de plantão observa a saída de pus, mas o paciente tolerou o toque retal, sem abaulamento.
Considerando esse quadro, qual é a conduta a ser adotada?
Paciente com 31 anos de idade, sexo masculino, apresenta fístula anal transesficteriana posterior com secreção purulenta saindo do orifício secundário anterior. Procura o pronto-atendimento para avaliação porque o encaminhamento para a coloproctologia ainda não foi agendado. O paciente refere dor crônica que piora quando há abaulamento da região anal, mas que hoje não apresenta esse abaulamento. Ao exame físico, o médico de plantão observa a saída de pus, mas o paciente tolerou o toque retal, sem abaulamento.
Considerando esse quadro, qual é a conduta a ser adotada?