A língua brasileira de sinais possui uma estrutura gramatical complexa, tendo o devido reconhecimento linguístico no mesmo status das línguas orais. Sobre isso, no capítulo 7 da obra “Tenho Um Aluno Surdo, E Agora?”, Santiago (2013), ao apresentar questões correlatas à estrutura gramatical da lingual de sinais, aponta um estudo aprofundado da polissemia na Libras. Em relação a este estudo, da relação polissêmica, pode-se afirmar que:
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Tradutor e Intérprete - Linguagem de Sinais
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