Danny deixou-se cair na pequena cadeira do estrado, aliviado pelo fato de o primeiro assalto já ter acabado. Levantou os olhos para o juiz, sentado no lado mais distante do tribunal, numa cadeira verde estofada de couro, de espaldar alto, com toda a aparência de um trono. Diante dele havia uma longa mesa de carvalho apinhada de processos judiciais encadernados em espiral e um caderno de anotações aberto em uma página em branco. O juiz lançou um olhar para Danny, sem que seu semblante revelasse aprovação ou desaprovação.
(Jeffrey Archer, Prisioneiro da Sorte)
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