No mundo moderno, como regra, todas as pessoas têm e
devem ter uma nacionalidade. Esta constatação universal
confronta-se, por sua vez, com a particularidade inexorável
das manifestações concretas de cada nacionalidade. No
clássico estudo sobre a origem e difusão do nacionalismo,
Benedict Anderson (1983) analisa esta questão. Dedica
especial interesse também ao fato de, durante os últimos
séculos, tantos milhões de pessoas matem e, sobretudo,
estejam dispostas a morrer em nome de sua nação. A
explicação de Anderson para este fato reside no conceito de
nação que ele mesmo propõe. Para este autor, a nação pode
ser definida como:
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Técnico em Assuntos Culturais - Antropologia
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