Na década de 1930, a educação brasileira apresentava uma realidade precária do ponto de vista do acesso e da permanência ao ensino público das crianças em idade escolar. O Censo de 1940 revelou que a taxa de analfabetismo do país atingia médias de 56,17% da população com idade superior a 15 anos. Na segunda metade do século XX, aproximadamente 40% da população adulta do país era de analfabetos. Naqueles mesmos períodos, os países industrializados haviam alcançado a universalização da educação, vencendo, dessa forma, a barreira do analfabetismo.
ROMANELLI, Otaíza de O. História
da educação no Brasil (1930/1973). 20ª ed. Petrópolis: Vozes, 1998 (com adaptações).