“A concessão de bases do Nordeste foi por ele percebida como uma imposição: ou o Brasil cedia parte de seu território, ou seria considerado inimigo dos Aliados. O país era, segundo Vargas, jogado em uma ‘aventura’ que não escolhera e que não controlaria.”
D’ARAUJO, Maria Celina. O Estado Novo. Rio de Janeiro: Zahar, 2000. p. 49.
Se, por um lado, na avaliação de Vargas, o país não poderia controlar a situação imposta pela Segunda Guerra, por outro, em termos de política interna, o conflito foi muito útil, na medida em que