Parte integrante da rotina do médico de família e comunidade
é a avaliação da necessidade de encaminhamentos de
pacientes para serviços secundários/terciários conforme
necessidade de maiores investigações, tratamentos não
disponíveis na rede básica e (ou) seguimento especializado.
Com base no exposto, considerando as situações
representadas a seguir e as recomendações dos Protocolos de
Encaminhamento da Atenção Básica para a Atenção
Especializada e dos Protocolos de Atenção Básica, do
Ministério da Saúde, bem como avaliando se o
encaminhamento para serviço referenciado faz-se necessário
em cada um deles, julgue os itens.
Uma paciente de 34 anos de idade, diarista, comparece
a uma consulta com dor lombar recorrente há cerca de
seis meses, com média de um episódio com duração de
uma semana a cada 30 dias, relacionada às atividades
laborais. As manobras de Lasègue e slump test são
negativas. Apresenta índice de massa corporal de
32 Kg/m². Sedentária. Nega febre, perda ponderal,
disfunção esfincteriana e trauma na região. Ao exame
físico, é detectada presença de pontos miofasciais em
musculatura perivertebral lombar. Diante desse quadro,
a paciente deve ser encaminhada ao ortopedista.Provas
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Residência em Medicina - Medicina Paliativa
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