Um analista enunciou: “O inconsciente esteve, está e estará lá na insistência dos sintomas, dos lapsos e atos falhos, das experiências prazerosas e também dolorosas, dos dizeres sobre nossa vida. O inconsciente insiste, inclusive, na relação analítica: é a transferência. É um mesmo-diferente: como o livro já lido, é um mesmo, mas que, ao ser relido, mostra-se diferente, por exemplo, no detalhe que não tínhamos atentado e agora atentamos. É uma insistência conservadora que permite, ou obriga, uma maneira de lembrar”. O analista descreve um fenômeno necessário à compreensão da técnica analítica, ou seja, a (o)