Mulher, 32 anos, 67 Kg de peso corporal, 1,68m de altura, vítima de atropelamento automobilístico, intubada no local de ocorrência, chegou ao hospital de referência em franco choque hemorrágico por sangramento de vísceras abdominais, sendo encaminhada imediatamente ao Centro Cirúrgico com hemotransfusão maciça de emergência. Após laparotomia exploradora em que se realizou apendicectomia, esplenectomia e tamponamento de sangramento hepático, sem comprometimento aparente de estruturas renais, essa paciente foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde foi constatado resíduo alimentar na aspiração endotraqueal. No terceiro dia de internação na UTI, já havia sido submetida à nova intervenção cirúrgica para revisão e lavagem da cavidade abdominal, ainda estava em ventilação mecânica controlada, sedada, secreção pulmonar amarelada e espessa à aspiração, pressão arterial sustentada com alta dose de amina vasoativa em bomba de infusão, apresentando débito urinário de 350ml em sonda vesical de demora nas últimas 24 horas. Diante desse caso, é correto afirmar que a paciente está em