Carta de Veneza (1965) ressalta que “o conhecimento que se tem do patrimônio arqueológico brasileiro é pequeno, fragmentário e inconclusivo, diante do potencial de conhecimento não estudado e ainda não destruído; que os recursos arqueológicos são recursos não renováveis e finitos; que os impactos negativos sobre esses recursos têm caráter cumulativo e irreversível; que a mitigação desses impactos será possível por meio do levantamento da informação contida nesses recursos, a partir de pesquisas baseadas em estratégias científicas e profissionais”.