Os pacientes submetidos à EVAR (correção endovascular do
aneurisma da aorta) necessitam de rigoroso acompanhamento
pós-operatório, com o intuito de reconhecer suas possíveis
complicações tardias, que podem culminar em reenchimento e
pressurização do saco aneurismático.
Uma das complicações tardias é o Endoleak. Dessa maneira, espera-se que o cirurgião que ofereça a EVAR para seu paciente esteja familiarizado com essa complicação e que seja capaz de lançar mão da propedêutica adequada, de classificar precisamente o tipo de vazamento e de saber indicar o momento oportuno de uma intervenção secundária. É considerado Endoleak tipo II/B:
Uma das complicações tardias é o Endoleak. Dessa maneira, espera-se que o cirurgião que ofereça a EVAR para seu paciente esteja familiarizado com essa complicação e que seja capaz de lançar mão da propedêutica adequada, de classificar precisamente o tipo de vazamento e de saber indicar o momento oportuno de uma intervenção secundária. É considerado Endoleak tipo II/B:
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