Paciente, de 25 anos de idade, primigesta de 15 semanas, deu entrada em pronto atendimento de ginecologia e obstetrícia com quadro de sangramento vaginal importante e com coágulos. A paciente estava sob a assistência pré-natal de baixo risco. Na última consulta, havia pouco menos de 15 dias, o médico ainda não tinha conseguido escutar os batimentos fetais e a paciente estava aguardando para fazer a ecografia. Ao exame físico, verificou-se pressão arterial de 160 mmHg × 116 mmHg, FC 88 bpm, FR 16 irpm; altura de fundo uterino distando 26 cm da sínfise púbica; ausência de batimentos cardiofetais (BCF) no sonar. Ao exame especular, observou-se presença de sangue escuro se exteriorizando pelo orifício externo. Ao toque vaginal, apresentou colo amolecido e impérvio.
Tendo como referência o quadro clínico precedente, julgue o item a seguir.
No caso em questão, saber a tipagem sanguínea da paciente é irrelevante para a conduta, pois gestações molares não são geram problemas com relação à doença hemolítica gestacional.