No início do século XX, quase a totalidade do território brasileiro era área de risco de febre amarela.
Com o desaparecimento da modalidade urbana da doença e a manutenção de casos humanos de febre amarela silvestre, estudos epidemiológicos anteriores à década de 70 tornaram possível a delimitação de 3 áreas epidemiologicamente distintas no país, como mostrado no mapa abaixo.

Com base nas informações acima e no que se conhece sobre o assunto, é INCORRETO afirmar: