Em relação ao transtorno do espectro do autismo (TEA) em adultos, é INCORRETO afirmar que
pessoas diagnosticadas com TEA na idade adulta são aquelas cuja sintomatologia e prejuízo não eram tão claros na infância, embora seja necessário que estivessem presentes.
a linguagem está preservada, porém podem haver particularidades, como a diminuição da prosódia, o uso de linguagem excessivamente formal, a dificuldade no uso de gírias ou de figuras de linguagem, etc.
não há necessariamente a diminuição da busca ou do desejo de contato social, mas uma dificuldade qualitativa da capacidade de iniciação, manutenção e compreensão das relações sociais.
o uso de aripiprazol, ou outro antipsícótico atípico, melhora as limitações na capacidade de comunicação social em adultos, mas não em crianças.
os adultos com TEA apresentam maior risco para transtornos de ansiedade, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e transtornos psicóticos em relação à população em geral.
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