Evidencia-se no contexto atual uma nova morfologia do trabalho, caracterizada pela incorporação de inovações tecnológicas e científicas, mas também por processos de precarização das suas condições de trabalho, repercutindo no exercício profissional dos assistentes sociais. O trabalho remoto, o home office ou o teletrabalho, que já vinham sendo adotados de forma residual nos diferentes espaços sócio-ocupacionais, se generalizaram. Conforme afirmam Raichelis e Arregui (2021), são processos constitutivos da divisão sociotécnica do trabalho que promovem a metamorfose no mercado profissional, estimulando a individualização do trabalho, as formas de avaliação de desempenho, promovendo a competição entre trabalhadores e a
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