B., sexo feminino, 33 anos, traz história de transtorno afetivo bipolar grave, com predominância de sintomas maníacos, sem sintomatologia psicótica. Apresenta-se à consulta ambulatorial falante, alegre, vigiando todo o ambiente e muito cordial com sua médica, embora hostil e ameaçadora com sua mãe. Esta relata que sua filha não dorme há dias, sofreu um acidente automobilístico e “estourou o cartão de crédito do pai”. Não há comorbidades clínicas. É usuária de maconha e de cocaína. O estabilizador de humor mais indicado para a paciente é