Morei em Porto Alegre na minha adolescência e usei muito o lotação(a) – a palavra é masculina mesmo. Ele custa mais do que o ônibus – atualmente, R$ 4,40 e R$ 2,95, respectivamente(b) – mas oferece mais comodidade. Os veículos têm ar-condicionado e poltronas do tipo de ônibus executivo. Os lotações circulam em rotas fixas, mas o passageiro pode pedir para descer(c) em qualquer lugar – “quero parar ali na esquina”, “vou ficar na frente do colégio” etc.
Naquela época (como isso foi há 20 anos, a expressão é adequada, infelizmente), a passagem era paga na hora de descer(d): levantava com o veículo em movimento e, falando com o motorista, entregava-lhe o dinheiro. Algum problema? Em dois anos por lá, nunca soube de nenhum(e). Talvez ocorram alguns incidentes, como em qualquer evento cotidiano. O fato é que o número de acidentes envolvendo os lotações é muito baixo – em média, 1% do total registrado na cidade.
Disponível em:
<http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&id=147634
0&tit=O-cobrador-sumiu-(2)>. Acesso em: 14 jun. 2014.
Considerando o exemplo relatado no texto, é possível inferir que a autora não julga a função de cobrador imprescindível no transporte coletivo. Assinale o trecho do texto que confirma essa interpretação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Agente de Fiscalização - Fiscal
40 Questões
Oficial de Manutenção - Predial
40 Questões
Técnico de Enfermagem
40 Questões