As novas profissões criadas pelo metaverso até 2030
Também chamado multiverso, ecossistema modifica consumo e comportamento, criando novas oportunidades que entrarão em voga já nos próximos 10 anos. Vale discussão sobre acesso e conseguências.
A concepção não é exatamente nova. Jogos como The Sims e o cinema 3D já ofereciam experiência parecida, mas as realidades virtual e aumentada, aliadas a tecnologia 56, impulsionaram a interação para além da simples visão da tela; agora pode-se viver dentro dela. Originado do grego, metaverso significa “além do universo” e acredita-se que suas possibilidades podem tomar estudo e trabalho muito mais motivadores e engajadores, ou, no mínimo, interessantes.
“Tudo indica que ele vai trazer uma grande modificação na forma como os produtos e serviços são desenvolvidos e entregues aos clientes”, acredita Marcio Sanches, coordenador da Universidade Corporativa do Semesp e professor na FGV-SP.
Nesse contexto, o ensino superior se coloca no cerne da questão, tendo que se inteirar e se antever a demanda por novos profissionais e as possíveis modificações que terão de incutir no currículo de profissões que já existem, o que para Marcio Sanches é um dos principais desafios. Segundo o professor, as profissões que já existem precisam encontrar novas oportunidades e maneiras de atuar nesse ecossistema.
“Quando se trata de ensino a distância, ainda falamos muito em coisas gravadas, mas no metaverso teremos acesso a uma biblioteca brutal de informações, por isso acredito que nós, professores, por exemplo, seremos muito mais curadores do conteúdo que será disponibilizado ao aluno”, diz Marcio.
O professor pontua que, independentemente da profissão, as pessoas e instituições de ensino devem começar a se inteirar disso para ver o que vai surgir a partir desse universo, pois as mudanças serão drásticas já nos próximos 10 primeiros anos.
Adaptado de https:/'revistaeducacao.com.br/2022/02/04/metaverso-profissoes-anos/
De acordo com o texto, é correto afirmar que